segunda-feira, 21 de agosto de 2017

Não quero risadas ro-ro, quero risadas re-re!


MEU DEUS! ELES ESTÃO JUNTOS!

    Quem foi Jerry? Bem, a biographia dele pode ser pesquisada à vontade pela internet, então falarei de minhas impressões deste ícone do gênero! Este ratinho malandro, que sempre fez o gato Tom de bobo... Hein? Não é esse Jerry? Tem outro? Ah, sim, me desculpem!

    Joseph Levitch, o judeu sério e irascivelmente perfeccionista detrás de Jerry Lewis, era o tipo de paciente que um psicanalista diagnosticaria facilmente como tendo dupla personalidade. Ele não fazia questão de esconder seu humor de urso faminto, na verdade o praticava com religiosa assiduidade. Durante os estudos para cada trabalho era de um tecnicismo que fazia qualquer um duvidar que aquele homem chato pra Corinthians, era o mesmo que fazia os colegas se molharem de rir durante as gravações.

    Há quem diga que quando juntos Jerry, Dean Martin e Audrey Hepburn, ninguém suportava o trio. Aqui, aliás, há um gancho para corrigir algumas injustiças de aprendizes de fofoqueiros. Jerry tinha um luto íntimo e coletivo, por conta do holocausto, que a Alemanha CONFIRMA OFICIAL E
CATEGORICAMENTE QUE ACONTECEU; ninguém puxa briga com a Alemanha e sai andando em linha reta. Audrey, já contei aqui, fazia parte da resistência à ocupação nazista na Bélgica, levando mensagens em suas sapatilhas. Ela não gostava de pessoas falsas, logo aquele aloprado arrumadinho das telas, tinha sim algum reflexo na vida real, só que o mau humorado típico e verdadeiro nunca dá o braço a torcer, não em público e não a qualquer um; leia-se: imprensa.

    A fidalga gostava de pessoas que a fizessem rir, mas não simplesmente gargalhar em um encontro social e depois virar a cara. Se eles se davam minimamente bem, meus caros, então o sacripantas não era tão má pessoa assim, pelo contrário. Se ela às vezes queria torcer seu pescoço? Com absoluta certeza, ela sempre foi assim com quem gostava, de quem não gostava ela preferia manter uma distância fria e civilizada.

   Dean não era uma muleta e tampouco um sub-Sinatra. Ele tinha personalidade própria, era um conquistador canastrão com cantadas surradas que, justamente por isso, funcionavam. Ninguém se previne contra o que parece ser inofensivo, por isso tanta gente pega gripe todos os anos. Ele foi o parceiro perfeito e contraparte ideal para os tipos ingênuos e desengonçados de Jerry. Os dois eram as caricaturas perfeitas do americano médio da época e, acreditem, eram o cidadão se reconhecia nos dois. Um era o que o americano acreditava ser, o outro o que no fundo realmente era e não admitia nem para o espelho. Até hoje é assim, e o brasileiro não é tão diferente dele para fazer pilhérias.

    Apesar de ter se desligado cedo demais, acredito para mim, dos grandes estúdios, ele continua a ser lucrativo para a Paramount, porque seus trabalhos vendem bem até hoje; e muito mais a partir de hoje, Elvis Presley e Michael Jackson que o digam! Os filmes dele sempre foram sucesso garantido na televisão. Os petizes, quando vêem seus filmes pela primeira vez, estranham e se assustam com o cenário da época, mas no fim se assustam mesmo é percebendo que as pessoas eram felizes sem esse monte de coisinhas cibernéticas de hoje. Ele é quase unânime, só desagradando mesmo à geração "mimimi olhar torto me ofende". Até quem o odeia gostava dele!

    Não é todo super astro lendário da era de ouro de Hollywood, que aceita fazer uma participação em um filme brasileiro, convidado por um maluco sem noção que faz o protagonista da trama. Ele fez mil exigências, mas todas elas foram irrisórias diante do resultado, e praticamente inexistentes para quem aproveitou a experiência única de ver a dupla personalidade emergir cada vez que contracenavam. Hassum, seu rabudo!

    Quanto às declarações polêmicas, provas de que ele tinha sim dupla personalidade, Lewis as assumiu, se desculpou e não tocou mais no assunto, embora a imprensa especializada até hoje esmiúce cada uma delas em todas as possibilidades inimagináveis, até que parem de dar audiência e patrocínio. O que mais queriam que ele fizesse? Que "desdissesse"? Quando indignado, não tinha jeito, o humorista sem noção emergia e evitava que ele soltasse algo bem mais grave do que o "politicamente incorrecto". Hoje, até dizer que não gosta de indie alternativo acústico folclórico milenar, pode ser ofensivo para alguém. Ele realmente estava coberto de razão, ontem, quando decidiu que não queria mais viver neste mundo insuportável.

    Algo que o alter ego mostrava bem, quase que em forma de parábola humorística, é o que hoje muita gente me reclama: se você é bom, então você é só um amigo, para romance as pessoas preferem quem as faz sofrer. É só uma das mazelas da sociedade que ele mostrava de forma escancarada. Podem ver isso em todos os filmes dele, em especial em "O Professor Aloprado", que tem as duas situações em um só personagem. Desculpe, Murph, seu trabalho é óptimo, mas o verdadeiro e legítimo nerd primordial, foi Lewis quem revelou ao mundo e interpretou como ninguém.


    A última polêmica é seu filme proibido "O Dia Em Que O Palhaço Chorou" de 1972, onde ele narra a tragédia de um palhaço judeu em um campo de concentração, que era obrigado a alegrar as crianças que esperavam para entrar na câmara de gás. Embora tenha financiado a obra e se divertido muito, fazendo palhaçadas e tirando o director do sério muitas vezes, ele a odiava. A considerou um lixo. Na verdade o que se acredita é que ele fez tão bem o papel, que se odiou por tê-lo feito. A boa notícia é que provavelmente estará nos cinemas até 2022, segundo especulam. Se é bom mesmo, só a estréia com acento agudo dirá, mas é certeza de que quem não gostar, ainda assim vai ver três ou quatro vezes só para apontar detalhe por detalhe e provar que não gostou; mesmo que tenha gostado.

    Ah, tá, eu não falei que ele fez parte da minha infância, que era o rei da Sessão da Tarde, que a Globo perdeu a graça depois que parou de exibir seus filmes, que ele era o verdadeiro e legítimo comediante... Talicoisers! Todo mundo já disse isso! E eu não sou todo mundo!

    Triste? Sim, estou, mas isso passa. A obra do mestre fica. Uma salva de gargalhadas para JERRY LEWIS!

sábado, 1 de julho de 2017

Orai

    Orai pela flor de Florianópolis. Orai pelos espinhos que ainda tentam defendê-la!

    Lembrai de seus risos sem pudor, em suas pétalas ao vento, lembrai de sua verve maternal para com os brotos que sequer saíram de seu caule.

    Dizei, ó mundo, dos males que teria esta flor feito em teu meio! Dizei, ingratos, das regras que a acusai de impor e que vós mesmos não tenhais dito com outras palavras!

    Fazei, prole d'outros ventres, saber da bondade austera que essa flor lhes legou, do destemor para com espinhos alheios ao enfrentas deles as pragas, que noutras flores causavam temor!

    Resignai-vos, discípulos desse perfume, com o desfecho que estiver além de vossos poderes, mas não com os rumos do que vossas folhagens puderem alcançar.

    Apressai-vos para vislumbrarem a beleza que ainda ostenta, e o aroma que ainda exala em seu perímetro. Não tardai a fazê-lo!

    Orai, jardins que a flor acolhia, que suas pétalas já estão infestadas por pragas! Orai, colibris sedentos, que ainda podem servir-se de seu néctar, orai de vossos jovens corações.

    Orai, pois as ervas daninhas já lhe tomam a vizinhança.

    Orai, pois os pulgões já pousam em suas folhas e sugam sua seiva vital.

    Orai, que já não há mais o que fazer.

    Orai e esperai.

sexta-feira, 24 de junho de 2016

Lynda for president!




Hillary não teria chances! Trump até sumiria do retrovisor! Não haveria sequer um concorrente nas convenções de seu partido, se fosse realmente verdade. O facto é que ela talvez não tivesse estômago para os jogos políticos na vida real, ficaria muito frustrada e completamente engessada pela briga entre partidos, e também pelo fogo amigo que todos os presidentes americanos conheceram bem. Mas na ficção a história é outra!

A excepcionalmente bela e cordial Lynda Carter será presidente dos Estados Unidos, na série Supergirl. Criticada por ser considerada muito fraca, e olha que ela é prima do Superman, a introdução de uma personagem dessa magnitude, vivida por uma artista dessa envergadura, é mais uma tentativa de uma franquia salvar uma excelente idéia com execução não tão boa. Não é o primeiro e não será o último seriado com esse problema.

Imaginem quantas pessoas, de fora do círculo de super heróis, conhecem a identidade de Clark! Já Kara, coitada, deve existir até uma comunidade no facebook da ficção de gente que sabe quem é a Supergil. Aliás, até ele foi escalado para ajudar a dar credibilidade ao programa.

É válido? Sim, é válido, afinal os dois são complementos que fogem ao estereótipo de par romântico, é uma receita tradicional sem cair naquela mesmice; exceto é claro para a leva de onanistas que quer ver na telinha a encenação de suas fantasias púberes. Além de colocar a mais alta autoridade do país no pé da alienígena, com a interpretação de um rosto que sempre surpreendeu não só pela beleza, mas também pela vasta capacidade de expressões; Em tempo, foi a falta disso que tornou o filme Grace um fiasco. Nunca deveriam ter tocado no rosto de Kidman.

Mas até que ponto é válido? A isto eu respondo com até quando a DC vai tratar uma criatura extremamente poderosa como “a gatinha que voa”? Não sei se notaram, mas praticamente o que separa Kara de Kal-El é a experiência. Se levar em consideração o cérebro de um ser que viaja próximo à velocidade da luz, e por isso JAMAIS deveria ser pego de surpresa por coisa alguma, ele tem o equivalente a alguns séculos de experiência a mais do que a prima.

E Lynda? Bem, desde os anos 1970 que a popularidade da Diana definitiva não é tão alta. Não é só uma vovó que faz muita moça passar vergonha, ela é tão repleta de conteúdo e é uma actriz tão experiente, que o risco de o tiro sair pela culatra é grande, porque os mais atentos vão perceber a diferença de desempenho na interpretação das personagens. Por outro lado, a diva pode bem ter o ímpeto de passar seu cabedal par a jovem Melissa Bernoist, o que talvez convença os picaretas da DC a respeitar um pouco mais a inteligência de seus fãs, enquanto ainda o são, começando por dar mais relevância a uma personagem tão rica. Kara chorar vez ou outra no colo da presidente, ao fim do episódio, seria algo muito bom para a personagem. São uma garota fora dos padrões e uma mulher experiente.

Quanto ao aparente apoio da empresa à candidatura democrata, aqui o que reluz é mesmo ouro. Lá não é crime ter opinião.

terça-feira, 14 de junho de 2016

Moana, o trailer


  Saiu o trailer de Moana... Quer dizer, chegou... Ah, vocês entenderam! Chatos!

  Como eu já disse tudo foi feito com esmero e a parte cultural e regional ficou a cargo de quem realmente entende do assunto, a ponto de até mesmo os fanboys xaropes terem se apaixonado. E Maui, meu Deus, é pior do que eu previa... É COMPLETAMENTE LOUCO!

quarta-feira, 8 de junho de 2016

Eu recomendo: Bloody Mary & The Munsters

Mary tinha seis carneirinhos...


  Há muito tempo a Cidade Maravilhosa tem sido mais motivo de prantos do que de sorrisos, isso eu li e ouvi de nativos, tanto da capital quanto de Niterói; especialmente desta, que acaba recebendo o esgoto do que até a recente má fama carioca rejeita. Quando tudo parecia polarizado entre pseudointelectuais esnobes e festas de lavagem de dinheiro sujo, surgiu em Agosto de 2012 uma esperança: Bloody Mary & The Munsters! 


  A banda quebra totalmente o estereótipo de que o Rio de Janeiro só produz apologias ao crime e à promiscuidade. O estilo é retrô, com repertório rockabilly de alta qualidade. Outro estereótipo quebrado é o de que bandas assim só surgem na região sul e na serra paulista, que são mais propensas a acolher a cultura retrô-vintage.


  A receita é muito honesta, uma vocalista (muito) bonita acompanhada de seis marmanjos (nem tanto), os sete atendendo por apelidos: vocal Bloody Mary (Mariana Oliveira), baixo acústico Zombie (Marcus Ramalho), piano Doctor Beast (Daniel Bessa), sax e flauta Madness (Lincoln Castro), trompete Crocodile Louis (Iury Hainfellner), bateria The Raven (Eduardo Manu) e guitarra Filkenstein (Felipe Braga). O que mais parece a nova formação da Família Adams é o elenco de artistas que gostam de rock cinqüentista, pin-up, memorabilia, carros antigos e vida com estilo. Muito estilo, diga-se de bagagem.


  O que os diferencia de tantas bandas que aparecem e somem causando o mesmo impacto nulo, é que eles sabem o que querem. Aliás, sabem o que e como conseguir. Sua vida, até o momento, é cantar em eventos e bares na noite carioca, devolvendo à cidade um pouco do glamour e da alegria de outrora, mas sem precisar apelar para álbuns e vídeos da vovó.


  Eles vendem seu trabalho e seus discos (CD, fita e VINIL) cantando ao vivo, com todos os riscos e todas as conseqüências inerentes ao ofício. Como ainda não têm nem quatro anos de estrada, eles não podem contar com relações públicas, assessores e equipe de divulgação. Seu departamento de marketing é o perfil da banda no Facebook. Assim, eles, dependem totalmente de escolher bem onde vão cantar,  cantar bem e contar com a beleza hollywoodiana e o charme retrô da vocalista.


  O trabalho bem feito rendeu a simpatia dos antigomobilistas, que são um público muito exigente, e os convites para os vários eventos regulares do gênero no Rio de Janeiro já aparecem. O que esse público tem de tão diferenciado? Simplesmente o nível, meus queridos. Antigomobilistas estudam muito sobre seus carros preferidos, a ponto de muitos deles se tornarem mais conhecedores de épocas e locais específicos do que historiadores formais. Em suma, eu estou recomendando na condição de antigomobilista, mesmo que ainda não seja um colecionador, porque isso custa caro... Tens aí cem mil temers para trazer um Kaiser ‘52 dos EUA? Não, Né!


  Eles ainda não têm nenhum Grammy e nenhum disco de urânio, mas numa época em que cantores são em sua maioria, justificadamente, descartáveis, os sete conseguem entregar um trabalho cultural competente e longe de polêmicas ideológicas, por conseqüência também do poder público... Exceto quando precisam de alvará para se apresentar, é claro, aí o rock vira melodrama. Enfim, os sete amigos de Niterói trazem de volta desde os clássicos dos astros do jazz até as revoluções dos Beatles, sem fazer feio nesse repertório tão amplo. A proposta? Trazer de volta os encantos do Rio de Janeiro a um público que já se acostumou, com  pesar, a chamar sua cidade de “Hell de Janeiro”. Aproveite e se cure um pouco da realidade.

Visite-os aqui e aqui 8-)

quarta-feira, 27 de abril de 2016

Joguem-nos às moscas!




- Garçom! Tem uma mosca na minha sopa de letrinhas!
- E ela está aprendendo bem?
- Nada! Já soltou “Ajente vamos”, “Quis galfo xiki” e “nois vai, nois fica, fais faiz, nois si trumbica”!
- Santo Deus, é mais grave do que pensei! Vou buscar uma pimenta professora, um instante!

- Garçom! Onde está a mosca da minha sopa?
- Está em falta, Senhora! É o Dólar, estão preferindo exportar todas as moscas de sopa!
- Shit! Então me traga um besouro mesmo!

- Garçom! Tem uma sopa com mosca no meu sanduíche!
- Mas não foi o que o Senhor pediu?
- Não, eu pedi uma sopa com uma mosca comendo sanduíche!
- Perdão, Senhor, já trago outra!

- Garçom! Tem uma mosca cantando na minha sopa!
- E canta bem?
- Muito! Ouve só!
- Eu sou a mosca que pousou na sua sopa! Eu sou a mosca que vai te contaminar!

- Garçom! Tem uma sopa de macarrão colorido na minha mosca!
- E ela gostou?
- Adorou! Ficou doidona!
- Hair in sunshine! Hair in sunshine! Sunshine! Shine…

- Picasso! Tem uma paisagem deformada na minha sopa!
- Idiota! Isto não é uma sopa! É a expressão culinária dos anseios da mosca que a cozinhou!
- E mosca cozinha?
- Cozinha, quarto, suíte, sala de estar e garagem para dois carros grandes!
- E quando entregam?
- Nunca! Jamais me entregarei à sopa padronizada dos medíocres!

- Oche... Garçom... Vem cá, vem...
- Que é, meu rei?
- Tem uma mosca na minha sopa, num sabe!
- Égua! Quer que eu tire, quer?
- Não... Traz uma rede, que nadar em sopa quente cansa!

- Garçom! Tem uma mosca no meu churrasco!
- Bah! E qual é o problema? O fresco nunca engoliu uma mosquinha?
- Já engoli até a tua mãe! O problema é que tu me trouxeste uma mosca fresca, ela só anda na parte magra da carne!
- Barbaridade! Vou dar uns coices no churrasqueiro, pra parar de deixar mosca fresca entrar na cozinha!

- Stark! Tem uma mosca na minha sopa!
- Quer que eu chame a guarda, Majestade?
- Não, traga os instrumentos! Eu mesmo vou torturar e matar essa insolente!

- Roberto! Tem uma mosca na minha partitura, bicho!
- Eh, eh, eh, eh, eh! Moscações! Já trago uma partitura nova!
- Vá e volte a trezentos por hora!
- Bye! Bye!

- Zukerberg!  Tem uma mosca no algoritmo do meu perfil!
- Malditos trolls brasileiros! E ainda escreveram “moisca”, os fugitivos do Mobral!
- Como recupero a sopa da minha postagem?
- Faça uma senha robusta, que eu já recupero sua conta.

- Bzzzz! Bzzzzzz bzz bzzz bzzzzzzzzzzz!
- Bzzzzzzz! Bzz bzz Bzzzz, bzzz! Bzzzzzzzz! Bzz bzz.
- Bzzzz.

- Donald! Tem uma nota de cem dólares na minha sopa!
- Qual o problema? Você só gosta de dinheiro mesmo!
- A nota é falsa, sobrinho estúpido! Tem a photo de uma mosca no lugar da de Franklin!
- QUAK! Foi mal, tio, é a sopa de brinquedo dos meninos.
- Pois pare de brincar em serviço e me traga uma sopa de verdade!

- Príncipe Albert! Tem uma Charlote na minha sopa!
- Não... Você não pode estar reclamando disso! Você Jura que não quer a Charlote na sua sopa? Quer virar chacota na Europa inteira? Me dê aqui! Steph, traga uma sopa de Putin para este... Deixa pra lá.

- MIB... Sopa... Mosca... Casa...
- Olhe para cá. Você tomou a melhor sopa da sua vida e vai voltar satisfeito para seu planeta.
- Satisfeito... Casa... Gorjeta...
- Obrigado, Senhor. Tenha uma boa dobra espacial.

- Garçom! Tem... Ei, o que é isso?
- Chega de piadas de mosca na sopa! Vai voltar pra sua cela, está na hora do tarja preta.
- Larguem-me! Eu sou a mosca da sopa de Napoleão! Vou decapitar vocês todos! Socorro...